O SECHSEG participou nesta quarta-feira, 15 de abril, da Conferência Nacional da Classe Trabalhadora e da Marcha dos Trabalhadores que acontece anualmente em Brasília (DF). O sindicato esteve presente para defender os direitos da categoria e da classe trabalhadora.
Entre as prioridades, estavam a defesa pelo fim da escala 6×1, valorização do salário mínimo, redução da taxa básica de juros e mais. Entenda melhor a seguir sobre a Marcha dos Trabalhadores em 2026!
O que é a Conferência Nacional da Classe Trabalhadora?
Em um país democrático, o povo precisa participar, trazer suas demandas e lutar por mudanças.
Por isso, é feita a Conferência Nacional da Classe Trabalhadora (Conclat). Sendo o encontro das centrais sindicais, sindicatos, trabalhadores e parlamentares, para decidir quais reivindicações trabalhistas precisam ser entregues em forma de documento ao governo.
Depois começa a Marcha dos Trabalhadores, em que os trabalhadores de diferentes categorias e cidades caminham pela Esplanada dos Ministérios.
Então, os representantes das centrais sindicais levam a Pauta da Classe Trabalhadora aos três poderes.

Como foi a Marcha dos Trabalhadores em 2026?
A CONCLAT e a Marcha dos Trabalhadores em 2026 teve como lema “Empregos, direitos, democracia, soberania e vida digna”, sendo organizada por centrais como Força Sindical, CTB, CUT, UGT, NCST, CSB, Pública e Intersindical.
O objetivo é principalmente pressionar o Parlamento para que aprovem os projetos prioritários em benefício dos trabalhadores.
Estamos em ano de eleições políticas, por isso é momento de pensar no Brasil que queremos construir nos próximos 4 anos.
Desse modo, na Conferência foram aprovadas 68 reivindicações para a Pauta da Classe Trabalhadora, a serem cumpridas até 2030. Entre as prioridades estão:
- Redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, sem redução de salários, com o fim da escala 6×1;
- Geração de empregos de qualidade, baseado no desenvolvimento produtivo, industrial e apoio a ciência;
- Aumento real do salário mínimo;
- Fortalecimento dos sindicatos;
- Revisar e revogar medidas que fragilizaram os direitos na última reforma trabalhista;
- Campanhas contra o feminicídio, inclusive nas negociações coletivas;
- Redução da taxa de juros e nova orientação da política monetária.
Para ler todas as pautas da classe trabalhadora, clique aqui.
O documento foi entregue ao presidente da república, Luiz Inácio Lula da Silva e também ao presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta.

O SECHSEG está sempre apoiando e defendendo as melhores condições para a categoria!
Presidente Marlos Luz